Passem por lá para verem mais.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022
21 fevereiro - Dia Internacional da Língua Materna
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022
Cães maus não dançam, de Arturo Pérez-Reverte
Livro editado pela ASA em abril de 2021 e chegado à nossa BE em julho do mesmo ano, portanto, pouco depois.
Como se trata de um livro de um escritor extraordinário, não hesitámos em trazê-lo para a nossa coleção. E fizemos bem, pois é uma história que vale bem a pena ler.
Negro, um cão que foi apanhado para lutas de cães, é o narrador que nos conduz no seu percurso à procura de dois grandes amigos, Teo e Boris. Para os encontrar tem de voltar ao local onde foi obrigado a matar os seus semelhantes para sobreviver e para os salvar desse destino tem de voltar a lutar. É muito dura a descrição da vida desses animais enjaulados, à espera da morte. É vergonhosa a descrição que Negro nos dá dos homens que fazem isso aos animais.
Lá pelo meio também se vão ouvindo acusações aos humanos que abandonam os seus cães porque vão de férias, ou porque, depois de crescidos, perdem a graça.
Os cães são mais leais, mais inteligentes que os humanos.
Apesar deste ambiente pleno de tensão dramática, o tom e a linguagem têm muito sentido de humor. Há passagens hilariantes, por exemplo, na descrição de algumas raças caninas, ou no efeito de uma cadela charmosa que passa. O calão (muito frequente) empurra este livro para a secção dos professores e dos alunos mais velhos.
Na tua BE, com o número de registo 13428.
Recorre ao Clube de Leitura para te orientar na compreensão e interpretação da obra.
Como se trata de um livro de um escritor extraordinário, não hesitámos em trazê-lo para a nossa coleção. E fizemos bem, pois é uma história que vale bem a pena ler.
Negro, um cão que foi apanhado para lutas de cães, é o narrador que nos conduz no seu percurso à procura de dois grandes amigos, Teo e Boris. Para os encontrar tem de voltar ao local onde foi obrigado a matar os seus semelhantes para sobreviver e para os salvar desse destino tem de voltar a lutar. É muito dura a descrição da vida desses animais enjaulados, à espera da morte. É vergonhosa a descrição que Negro nos dá dos homens que fazem isso aos animais.
Lá pelo meio também se vão ouvindo acusações aos humanos que abandonam os seus cães porque vão de férias, ou porque, depois de crescidos, perdem a graça.
Os cães são mais leais, mais inteligentes que os humanos.
Apesar deste ambiente pleno de tensão dramática, o tom e a linguagem têm muito sentido de humor. Há passagens hilariantes, por exemplo, na descrição de algumas raças caninas, ou no efeito de uma cadela charmosa que passa. O calão (muito frequente) empurra este livro para a secção dos professores e dos alunos mais velhos.
Na tua BE, com o número de registo 13428.
Recorre ao Clube de Leitura para te orientar na compreensão e interpretação da obra.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022
O meu nome é Lucy Barton, de Elizabeth Strout
Livro acabadinho de chegar à nossa BE, no pacote de novidades que entrou em janeiro.O Clube de Leitura esperava este livro com entusiasmo, pois a sua autora tem sido premiada e aclamada nos Estados Unidos.
O livro enquadra-se na temática das relações entre as mães e as filhas, fonte de intensos conflitos e amor feito de sofrimento.
A Lucy Barton é uma mulher casada, mãe de duas filhas, internada no hospital na sequência de uma cirurgia de que não está a recuperar facilmente. A mãe, que ela não via desde os 18 anos, aparece no hospital. Está criado o contexto para a evocação de breves episódios de infância e adolescência que nos vão esclarecendo sobre o afastamento de Lucy.
Depois a história dá um salto em frente (prolepse) e encontramos Lucy já divorciada, com as filhas crescidas, ainda à procura de uma plenitude que é muito difícil de alcançar, como todos bem sabemos…
É um livro muito bem escrito e lê-se de uma assentada, capítulos muito curtos, 172 páginas.
O Clube de Leitura recomenda vivamente e disponibiliza-se para orientar um projeto de leitura sobre este tema.
Aceitam o desafio?
Procurem-nos na BE.
O livro enquadra-se na temática das relações entre as mães e as filhas, fonte de intensos conflitos e amor feito de sofrimento.
A Lucy Barton é uma mulher casada, mãe de duas filhas, internada no hospital na sequência de uma cirurgia de que não está a recuperar facilmente. A mãe, que ela não via desde os 18 anos, aparece no hospital. Está criado o contexto para a evocação de breves episódios de infância e adolescência que nos vão esclarecendo sobre o afastamento de Lucy.
Depois a história dá um salto em frente (prolepse) e encontramos Lucy já divorciada, com as filhas crescidas, ainda à procura de uma plenitude que é muito difícil de alcançar, como todos bem sabemos…
É um livro muito bem escrito e lê-se de uma assentada, capítulos muito curtos, 172 páginas.
O Clube de Leitura recomenda vivamente e disponibiliza-se para orientar um projeto de leitura sobre este tema.
Aceitam o desafio?
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