Ainda no âmbito das comemorações dos 500 anos do nascimento
de Luís de Camões, um grupo de alunos colaboradores do Clube, munido de
tapa-olho, gorgeira e coroa de louros, visitou a turma do 4.º ano da referida
escola. Durante a sessão, falou-se sobre Camões e a sua obra maior. Em seguida,
os alunos, dispostos em roda, procederam à leitura de excertos da versão em
prosa de Os Lusíadas, nomeadamente “As cousas do Mar”, “Adamastor” e a
“Dedicatória”.
terça-feira, 21 de abril de 2026
Roda de leitura em Quiaios
sábado, 28 de março de 2026
Dia do Livro Português
Esta data foi criada pela Sociedade Portuguesa de Autores para destacar a importância da leitura, da língua portuguesa e da literatura. A 26 de março de 1487, em Faro, imprimou-se o primeiro livro em Portugal. Foi Samuel Gacon quem imprimiu o Pentateuco (conjunto dos cinco primeiros livros da Bíblia), em hebraico. No ano de 1497, imprime-se o primeiro livro em língua portuguesa.
Quem sou eu?, perguntavam a Sofia, a Filipa e o Miguel ao "invadirem" as salas de aula, nos minutos iniciais. Diziam então um texto e os colegas tinham de adivinhar o autor português: "A casa que os Maias vieram habitar..."; "Para ser grande, sê inteiro..."; "Regressaremos". Eça, Pessoa e Sophia.
E assim se vai promovendo a leitura.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
Rodas de leitura
As rodas de leitura voltaram ao 7.º Ano.
Agora estamos a ler O Caderno Vermelho da Rapariga Karateka, que já apresentámos nos posts anteriores. Ler em voz alta uma novela gráfica é um desafio maior - há mais aspetos a ter em conta, para além das habituais palavras, pontuação, parágrafos... agora temos as ilustrações de Bernardo P. Carvalho, a preto e branco, ou a vermelho... e é preciso acrescentar esses elementos ao texto.
Um desafio maior. Vai-se construindo assim o tempo da leitura.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
O Corsário dos Sete Mares, de Deana Barroqueiro
Este livro tem o número de registo na nossa BE: 15012. É um romance da editora Casa das Letras.
São 670 páginas de histórias verdadeiramente fantásticas,
quase todas contadas por Fernão Mendes Pinto no seu livro Peregrinação,
publicado em 1614. É curioso pensares que o livro de Fernão Mendes Pinto (uma
edição póstuma) não teve grande sucesso entre os portugueses do século XVII,
mas, no estrangeiro, foi muito apreciado, com vinte edições em várias línguas. Tal
era o fascínio pelo Novo Mundo, pelo exotismo das terras, das gentes, dos
costumes desconhecidos dos europeus.
Neste livro, Deana Barroqueiro faz de Fernão Mendes Pinto o protagonista,
herói de grandes desventuras e aventuras, o homem que foi «treze vezes cativo,
dezassete vendido nas partes da India, Etiopia, Arabia Feliz, China, Tartaria
[...]» (excerto da Peregrinação).
Que belas leituras tu poderás cruzar com as aventuras deste
corsário dos sete mares!
Conta com o teu Clube de Leitura para te orientar na viagem.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
O caderno vermelho da rapariga karateca
Ana Pessoa, a autora, começou
a escrever histórias aos 10 anos. Publicou o seu primeiro conto aos 13 na
Revista do Clube Juvenil Verbo. Trabalhou como professora na Alemanha e
tradutora no Luxemburgo e em Bruxelas, onde vive. Tem vários textos premiados
em Portugal. O caderno vermelho da rapariga karateca
é o seu primeiro livro e venceu o Prémio Branquinho da Fonseca –
Expresso/Gulbenkian 2011, na modalidade juvenil.
Neste livro, N (segunda
letra do seu nome), a protagonista, é uma adolescente de quase 15 anos que não
gosta de ser tratada como uma menina. O seu maior sonho é ser cinturão negro e
ganhar todos os campeonatos de karaté. Está apaixonada pelo Raul, o seu colega
de luta, de “ombros sólidos como uma casa de pedra” e “cabelo repleto de
nêsperas”. Comprou um caderno vermelho liso, 13 x 21 cm, com 240 páginas, que
tem vontade própria. Ou será a imaginação fértil de N a funcionar?
Não percas esta leitura, na nossa BE!
Conta com o Clube de
Leitura.
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
O Principezinho
O 8.ºB trocou a aula de FQ por uma sessão de leitura em voz alta, na BE, com a obra de Antoine Saint-Exupéry, O Principezinho, publicada em 1943.
Esperemos que agora deem continuação à leitura em silêncio.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Camões na CT pelo Professor José Cardoso Bernardes
Camões – cinco séculos de vida
No dia 7 de janeiro de 2026, a Escola Cristina Torres recebeu o Professor
José Bernardes, Comissário-Geral das Comemorações do V Centenário do nascimento
de Luís de Camões, para uma palestra dirigida aos alunos do Curso de Línguas e
Humanidades do 10.º, 11.º e 12.º ano.
O encontro, preparado há largos meses pelo Clube de Leitura, reuniu alunos e
professores numa sessão dedicada à atualidade da obra camoniana. A data,
coincidente com a da morte de Inês de Castro, reforçou o simbolismo do momento.
Ao longo da palestra, foi lançada uma questão central: por que continuamos a celebrar Camões e a estudá-lo no currículo escolar? A resposta destacou a importância do poeta como figura agregadora da língua e da cultura portuguesas, capaz de unir todos os falantes de português.
O aluno Santiago Pessoa expressou o sentimento comum: “Toda a nossa gratidão
e reconhecimento ao Professor por ter disponibilizado o seu tempo e honrado a
Escola Cristina Torres com a sua presença.”
Obrigado, Professor.
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